24 Maio 2013
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Domingo, 01 Julho 2012 13:51

Os rabinos gays e o novo judaísmo

A palavra "conservador" assusta qualquer ativista dos direitos dos homossexuais. Mas foi justamente o Movimento Conservador de Israel que decidiu aprovar a ordenação de rabinos gays.

 

O presidente da Assembléia Rabínica do Movimento foi buscar nas palavras de Jesus (um judeu) a justificativa para a mudança histórica e polêmica. "Somos todos feitos 'a imagem de Deus e, portanto, somos todos iguais" disse Mauricio Balter.

 

Já há alguns anos, gays e lésbicas podem estudar para serem rabinos nos Estados Unidos.

 

A abertura revolucionária por que passa o movimento judaico mundial é espantosa. A cúpula conservadora chegou ao ponto de contestar os textos Bíblicos.

 

O rei Davi não passava de um líder provinciano. O Dilúvio não passou de uma cheia dos rios Tigre e Eufrates ocorrendo na Mesopotâmia e não na Palestina. E mais: Abraão, o patriarca judeu, provavelmente nunca existiu. Nem Moisés.

 

Essa conclusões de arqueólogos e historiadores foram adotadas pela Sinagoga Unida do Judaísmo Conservador, que representa 1,5 milhão de judeus conservadores nos Estados Unidos.

 

Acaba de ser lançada uma nova Torá comentada, a primeira em mais de 60 anos para os conservadores. Ela se chama "Etz Hayim" (Árvore da Vida). Nela, essas novas descobertas foram todas incoporadas. 

 

Os fatos históricos inseridos na versão bíblica foram copilados por David Lieber, da Universidade de Judaísmo de Los Angeles. A obra tem texto principal em hebraico, mas tradução em inglês e ainda 41 ensaios de estudiosos e rebinos. 

 

O rabino Harold Kushner definiu bem, em entrevista para o jornal "The New York Times" o que está acontecendo. O problema é que os fiéis são outros no mundo moderno de hoje. "Hoje, eles são muito sofisticados e lêem sobre psicologia, literatura e história, mas estão confinados a uma visão infantil da Bíblia" declarou.

 

da Redação do Toda Forma de Amor

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